Quisera a humanidade que fôssemos capazes de amar uns aos outros como amamos os nossos animais. Perdoando defeitos. Vendo sempre o lado bom. Mantendo-nos firmes ao compromisso assumido, independentemente da ocasional cagada no carpete.
Vejam o exemplo do Milu (que, vale dizer, só faz sujeira no jornalzinho). Me conta meu querido amigo Mograbi que o Milu, um misto de scottie e maltês, domina o sofá da casa, onde ele dorme de pança pra cima. Quando acordado, o Milu late. Muito. E tem sentimentos territoriais fortes: é o mala quem decide quem entra no quarto da menina. Colo? Ele torce o nariz, a não ser que seja o da mulher do Mograbi. Como se não bastasse, o Milu avança nas pessoas que não conhece.
Falando assim, o Milu soa um pouco… bem, enjoado. Mas, para o Mograbi, o Milu é um cãozinho de ouro. E não é assim mesmo que deveria ser?
Milu, comendo uma cenoura depois de tomar banho e fazer escova. Aaaw!
Escrito por CG
Eu nunca tinha visto um deles ao vivo. Eles são magricelas, mas enormes. Altos, graciosos e com cinturinha de pilão. A Gisele dos cães.
Meus requerimentos são simples, mas irrevogáveis:
