Da editoria de economia
Entrei o ano bem, queimando 400 conto em creminhos. O problema é que eu preciso fazer estoque, porque na minha terra não tem Natura. E agora eu vou começar a usar Chronos. Daqui pra frente é ladeira abaixo, como delicadamente me avisou um flatmate quando eu fiz 25. (E isso já faz três anos.)
Da editoria de turismo
Ainda não vi nada de São Paulo — nem acho que irei. Cheguei, fui levada para o interiorrrr e, agora, ganhei um único dominguinho na capital antes de ir para a praia tomar chuva. Plano pra hoje: almoçar com a família, visitar a parentada e, provavelmente, continuar comendo até explodir, o que parece ser a regra cada vez que eu venho para cá.
Da editoria de esportes
Ã-hã.
Da editoria de cotidiano
Marido voltou pra casa dia 1° e agora temos seis horas de fuso entre nós. É a coisa mais bizarra, tanto pela familiaridade do relacionamento a distância, que eu julgava ter ficado no passado, quanto pela estranheza de o meu dia começar antes que o dele (sempre foi o contrário).
Do caderno 2
Já estou totalmente por dentro de A Favorita e passadíssima porque vou embora antes de a novela nova começar. Bendito seja Deus por eu não ter assinatura da Globo internacional ou eu não iria fazer mais nada da vida. E se alguém ainda não assistiu ao programa O Melhor do Brasil, na Record, eu recomendo. É a coisa mais trash que eu vi nos últimos tempos.
Escrito por CG 